SOFIA E O PÃO COM ERVAS OI!!!!!!!!!!! Que delícia e que chique, é SOFIA!!!! Refinada, avassaladora no olhar, transformadora de sentimentos, atitudes e postura... Tem uma força discreta, mas direta e franca, não se deixando abalar porque sabe que o seu “olhar” transborda exatamente a que se refere naquele momento!! Essa garota tem tempero... Tem um olor diferenciado, tem carisma, tem sustância, tem charme e tem uma gana por estar presente em nossas vidas, e nos deixa sem força e de boca aberta a cada demonstração, de seus pedacinhos de VIDA!!! Sabe usar o seu PODER de sedução... é sedutora, mesmo que você não a obedeça, você sabe que ela tem esse poder!!! rsrsrsrsrsrs Como as Ervas, mesmo que você não se submeta se alimentando delas, você sabe e conhece o seu poder, em nossa VIDA!!! Ao se dobrar ao Pão com Ervas e sentir todo o seu cheiro abrangente, inigualável pela diferença e suavemente adequado ao ambiente nós dirigimos um olhar, porque o Pão de Ervas... CHEGA!...
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Vem, Dama, vem que eu desafio a paz;
Até que eu lute, em luta o corpo jaz.
Como o inimigo diante do inimigo,
Canso-me de esperar se nunca brigo.
Solta esse cinto sideral que vela,
Céu cintilante, uma área ainda mais bela.
Desata esse corpete constelado,
Feito para deter o olhar ousado.
Entrega-te ao torpor que se derrama
De ti a mim, dizendo: hora da cama.
Tira o espartilho, quero descoberto
O que ele guarda quieto, tão de perto.
O corpo que de tuas saias sai
É um campo em flor quando a sombra se esvai.
Arranca essa grinalda armada e deixa
Que cresça o diadema da madeixa.
Tira os sapatos e entra sem receio
Nesse templo de amor que é o nosso leito.
Os anjos mostram-se num branco véu
Aos homens. Tu, meu anjo, és como o Céu
De Maomé. E se no branco têm contigo
Semelhança os espíritos, distingo:
O que o meu Anjo branco põe não é
O cabelo mas sim a carne em pé.
Deixa que minha mão errante adentre.
Atrás, na frente, em cima, em baixo, entre.
Minha América! Minha terra a vista,
Reino de paz, se um homem só a conquista,
Minha Mina preciosa, meu império,
Feliz de quem penetre o teu mistério!
Liberto-me ficando teu escravo;
Onde cai minha mão, meu selo gravo.
Nudez total! Todo o prazer provém
De um corpo (como a alma sem corpo) sem
Vestes. As jóias que a mulher ostenta
São como as bolas de ouro de Atalanta:
O olho do tolo que uma gema inflama
Ilude-se com ela e perde a dama.
Como encadernação vistosa, feita
Para iletrados a mulher se enfeita;
Mas ela é um livro místico e somente
A alguns (a que tal graça se consente)
É dado lê-la. Eu sou um que sabe;
Como se diante da parteira, abre-
Te: atira, sim, o linho branco fora,
Nem penitência nem decência agora.
Para ensinar-te eu me desnudo antes
John Donne é um poeta Inglês